terça-feira, 26 de maio de 2009
Por que ao aquecermos um sólido ele derrete?
Pense no seguinte exemplo: um grupo de vinte pessoas é colocado em pé em um canto de uma sala. Se as pessoas estiverem paradas ou se movimentando muito discretamente, é perfeitamente possível deixá-las próximas, ocupando pouco espaço.
Imagine agora que comece a tocar uma música e as pessoas comecem a dançar. Inevitavelmente elas começarão a se chocar e, naturalmente, começarão a ocupar mais espaço e aumentar a distância entre elas.
Com as moléculas, o efeito será o mesmo. Com o aumento da agitação, causado pelo aumento da energia cinética (aquecimento), elas começam a se chocar e a se distanciar mais umas das outras.
Quando essa distância atingir um ponto crítico, a substância, antes sólida, torna-se líquida, pelo simples fato de sua distância intermolecular ter aumentado. Perceba que se continuar a aumentar a energia cinética, as moléculas ficarão mais e mais agitadas ocupando cada vez mais espaço e distanciando-se cada vez mais uma das outras, o que explica porque um líquido torna-se um gás.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Fique sabendo
> PERDER PESO
> O QUE ESTÁ FALTANDO: ácidos graxos essenciais e vitamina
> A
> ONDE OBTER: semente de linhaça, cenoura e salmão - além
> de suplementos
> específicos.
>
> 2. RETENÇÃO DE LÍQUIDOS
> O QUE ESTÁ FALTANDO: na verdade um desequilíbrio entre o
> potássio, fósforo e
> sódio.
> ONDE OBTER: água de côco, azeitona, pêssego, ameixa,
> figo, amêndoa, nozes,
> acelga, coentro e os suplementos.
>
> 3. COMPULSÃO A DOCES
> O QUE ESTÁ FALTANDO: cromo
> ONDE OBTER: cereais integrais, nozes, centeio, banana,
> espinafre, cenoura +
> suplementos.
>
> 4. CÂIMBRA, DOR DE CABEÇA
> O QUE ESTÁ FALTANDO: potássio e magnésio
> ONDE OBTER: banana, cevada, milho, manga, pêssego,
> acerola, laranja e água.
>
> 5. DESCONFORTO INTESTINA L, GASES, INCHAÇO ABDOMINAL
> O QUE ESTÁ FALTANDO: lactobacilos vivos
> ONDE OBTER :
> coalhada, iogurte, missô, yakult e similares
>
> 6. MEMÓRIA RUIM
> O QUE ESTÁ FALTANDO: acetil colina, inositol
> ONDE OBTER: lecitina de soja, gema de ovo + suplementos.
>
> 7. HIPOTIREOIDISMO (PROVOCA GANHO DE PESO SEM CAUSA
> APARENTE)
> O QUE ESTÁ FALTANDO: iodo
> ONDE OBTER: algas marinhas, cenoura, óleo, pêra, abacaxi,
> peixes de água
> salgada e sal marinho.
>
> 8.. CABELOS QUEBRADIÇOS E UNHAS FRACAS
> O QUE ESTÁ FALTANDO: colágeno
> ONDE OBTER: peixes, ovos, carnes magras, gelatina +
> suplementos
>
> 9. FRAQUEZA, INDISPOSIÇÃO, MAL ESTAR
> O QUE ESTÁ FALTANDO: vitaminas A, C, e E e ferro
> ONDE OBTER: verduras, frutas, carnes magras e suplementos.
>
> 10. COLESTEROL E TRIGLICERÍDEOS ALTOS
> O QUE ESTÁ FALTANDO: Ômega 3 e 6
> ONDE OBTER: sardinha, salmão, abacate, azeite
segunda-feira, 18 de maio de 2009
FUNÇÕES OXIGENADAS
As funções oxigenadas são aquelas que possuem o elemento oxigênio. Conforme o modo e o local da cadeia onde este elemento está mudam as propriedades e a reatividade do composto.
FUNÇÃO ÁLCOOL
São os compostos que possuem o radical oxidrila ( - O - H ) ligado a um carbono saturado (ligações simples). Um poliálcool é aquele onde temos vários destes radicais.
O nome é dado pelo sufixo OL. Podemos ainda considerar a oxidrila como um radical do hidrocarboneto correspondente.
FUNÇÃO ENOL
Neste caso a oxidrila está num carbono insaturado (ligação dupla). Estes composto formam isômeros de função especiais (tautômeros) onde a ligação dupla muda de posição com o oxigênio, formando um novo composto. esta situação é reversível.
FUNÇÃO ALDEÍDO
Estes compostos possuem um oxigênio com ligação dupla na extremidade da cadeia, geralmente formando substâncias polares. O nome é dado pelo sufixo AL.
FUNÇÃO CETONA
Neste caso o oxigênio fica ligado a um carbono interno da cadeia. Estas substâncias geralmente são apolares ou pouco polares. O nome é dado pelo sufixo ONA e há indicação do carbono onde este oxigênio está.
FUNÇÃO ÁCIDO
Os ácidos possuem dois oxigênios no carbono da extremidade da cadeia. O nome é dado pelo sufixo ÓICO.
FUNÇÃO ÉTER
Os éteres são compostos de cadeia heterogênea, com um oxigênio entre os carbonos. Como a cadeia fica dividida, o nome é dado pelo hidrocarboneto menor, seguido do sufixo ÓXI, e seguido pelo hidrocarboneto maior.
EXERCÍCIOS
| 1 - | Identifique a função e dê o nome dos seguintes compostos: |
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| 2 - | Identifique a função e dê a fórmula estrutural dos seguintes compostos: |
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| a - metil-butanona
b - 2,3-dimetil-hexanal c - metóxi-metano d - ácido hidróxi-etanoico e -pentano- 2,4-diona |
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Porque as colas colam?
O que é a antimatéria?
O que é a antimatéria?
(Adão Pereira da Silva, Teresina, PI)
Assim são chamados os átomos constituídos por antipartículas idênticas às partículas elementares que compõem a matéria, só que com carga elétrica inversa. Dessa forma, ao elétron, de carga negativa, corresponde o pósitron, de carga positiva e a mesma relação ocorre entre prótons (positivos) e antiprótons (negativos). Matéria e antimatéria não podem coexistir no mesmo espaço: quando elas se encontram, aniquilam-se mutuamente, virando pura energia, afirma o físico Oscar Éboli, especialista em partículas elementares da USP.
A existência das antipartículas foi proposta pela primeira vez em 1928, pelo físico inglês Paul Dirac, mas só pôde ser plenamente comprovada em 1955, com a tecnologia dos aceleradores de partículas confirmando um dos conceitos centrais da teoria da relatividade de Einstein: matéria pode se transmutar em energia. A origem da antimatéria, no entanto, continua misteriosa. Felizmente para nós, o universo é constituído principalmente de matéria, se não correríamos o risco de, a qualquer momento, sermos transformados em energia, diz Oscar.
http://super.abril.com.br/superarquivo/2001/conteudo_119751.shtml
Quinto estado da matéria
Em meio a uma nuvem gasosa com 10 mil partículas elementares de sódio, lá estavam eles: aproximadamente mil átomos, empilhados uns em cima dos outros, a uma temperatura de 70 bilionésimos de grau acima do zero absoluto, 0 Kelvin (equivalente a -273,15 ºC). Esse milhar de átomos hiperfrios é o primeiro indício de que o quinto estado da matéria pode ter sido criado num laboratório nacional. Físicos da Universidade de São Paulo (USP) acreditam ter produzido um Condensado de Bose-Einstein, nome dado a um agrupamento de átomos (ou moléculas) que, quando resfriados de forma intensa, passam a se comportar como uma entidade única. É como se, de tão juntos, os átomos nessa fase da matéria formassem, na verdade, apenas um superátomo, estando praticamente imóveis e ocupando o mesmo espaço físico. "Ainda não detectamos diretamente o condensado", afirma Vanderlei Bagnato, do Instituto de Física de São Carlos (IFSC), da USP, coordenador do experimento, realizado no âmbito de um projeto temático financiado pela FAPESP. "Mas as evidências indiretas são convincentes."
Estado da matéria previsto na década de 1920 pelo físico indiano Satyendra Bose e por Albert Einstein (daí o seu nome), o condensado abre as portas para um mundo ainda não muito bem compreendido. Nele, todos os átomos se movem a uma mesma velocidade, a mais baixa possível - ou, numa definição mais técnica, ocupam o mesmo nível basal de energia quântica. Essa propriedade não é encontrada em outros estados da matéria (sólido, líquido, gás ou plasma), nos quais os átomos apresentam variados níveis de energia. Os físicos especulam que tal característica pode ser útil para futuras aplicações em campos como a computação quântica ou novas formas de lasers. Durante sete décadas, esse estado da matéria foi apenas um conceito. Em 1995, dois grupos independentes, um da Universidade do Colorado e outro do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, criaram os primeiros condensados, de rubídio e sódio. O feito levou-os a dividir o prêmio Nobel de Física em 2001.
Por enquanto, o sinal mais confiável de que uma parte da fria nuvem de sódio criada em São Carlos deixou a física clássica e penetrou no mundo quântico é o espaço ocupado por uma fração de seus átomos - a fração que os cientistas julgam compor o condensado. A medida da chamada densidade no espaço de fase é um parâmetro usado pela física para classificar a matéria quântica. "Segundo esse parâmetro, nossa amostra apresenta o condensado", diz Bagnato. Quanto menor o tamanho de uma nuvem gasosa confinada, menor a sua quantidade de energia e, portanto, mais baixa a sua temperatura. Os pesquisadores tiraram, então, uma espécie de fotografia digital dos átomos do condensado e mediram o seu tamanho? Não exatamente. Na verdade, eles iluminaram com um laser a nuvem de átomos de sódio e observaram a formação de penumbras. Onde havia átomos ocorreram a absorção de luz e a geração de sua respectiva sombra. Em seguida, obtiveram um registro dessa sombra em sensores eletrônicos similares aos de uma câmera digital. Dessa forma indireta, mediram o tamanho da nuvem de átomos e de um eventual condensado que pudesse estar ali.
Depois de ter realizado os procedimentos descritos acima, a equipe do IFSC concluiu que o tamanho de todos os 10 mil átomos da nuvem de sódio produzida em seu laboratório alcançava em média 6 micrômetros (um metro dividido em um milhão de pedaços é um micrômetro). Já o tamanho específico dos mil átomos que formam o aparente condensado era em torno de 2 micrômetros. De acordo com as medidas feitas pelos pesquisadores, um agrupamento de átomos de sódio de tal grandeza está a uma temperatura de 70 nanoKelvin, os tais 70 bilionésimos de grau acima do zero absoluto. Nas condições do experimento levado a cabo, átomos nessa temperatura e com a densidade medida já atingiriam a degenerescência quântica, formando um Condensado de Bose-Einstein. Eles não sabem ao certo quantos átomos chegaram a esse estado da matéria. Calculam que sejam cerca de mil. Problema: esse tipo de evidência não basta para provar que ali havia um condensado. "É necessário ver explicitamente a fração de átomos condensados", explica Bagnato.
Devido ao reduzido número de átomos utilizados no experimento (hoje há grupos no exterior fazendo condensados com bilhões de átomos) e a limitações próprias das máquinas usadas pelos pesquisadores paulistas, não foi possível observar de forma direta os átomos do condensado, medição que comprova, inequivocamente, a sua existência. Faltou fazer o chamado teste do tempo de vôo dos átomos, que, dentro da nuvem gasosa, permite separar as partículas que atingiram a degenerescência quântica - e formam um condensado - das que não chegaram a esse ponto. "Fomos até o limite dos equipamentos, mas não deu para fazer o tempo de vôo", afirma Luis Gustavo Marcassa, outro pesquisador do IFSC.
Em que consiste esse teste? Os cientistas desligam toda a parafernália que resfria a nuvem de átomos de sódio e têm entre 5 e 15 milissegundos para registrar a energia cinética (a velocidade) das partículas presentes no gás diluído. A partir dessa medição, inferem a sua temperatura. Quando existe um condensado em meio a uma nuvem gasosa, o teste de tempo de vôo resulta numa figura que lembra uma montanha com um pico bem agudo. Tal figura ainda não foi gerada. "Algum tipo de contaminação do meio externo deve ter interferido no experimento deles", opina o físico teórico Mahir Saleh Hussein, da USP da capital paulista. Bagnato acredita que as limitações se devem a campos magnéticos externos que deslocam os átomos. O problema deverá ser contornado se os pesquisadores conseguirem fazer um condensado com mais átomos, provavelmente com outro tipo de equipamento, já em construção.
* Esta matéria foi publicada na revista Revista Fapesp nº 101
Porquê no microondas a comida esquenta e o prato não?
As particulas de microondas, podem funcionar de tres maneiras: na primeira ela é absorvida pela matéria, como é o caso de alimentos, pois eles possuem agua. Já a segunda é quando as microondas são refletidas, isso ocorre com metais, por isso ocorrem faiscas. E por ultimo, a microonda pode somente atravessar o material, é o q acontece com o vidro e o plasticos, por isso eles não podem ser aquecidos!
"As microondas cozinham alimentos" e não matérias.